segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Para a galera do RH

A singela foto abaixo é para as psicólogas fanfarronas que perguntam porque eu não vou procurar emprego na minha área:

Paulo mostra dedo médio
Isso aí, Paulinho!

Nesse ponto eu defendo os homens, já que nenhum psicólogo teve a insensibilidade de me fazer essa pergunta ridícula, já que a resposta é óbvia. Uma pessoa graduada há mais de dois anos, que cursa pós-graduação e se candidata a um emprego que só exige nível médio, com quase o dobro da carga horária de sua categoria e para ganhar menos da metade do salário com o qual sonhava na faculdade, se encaixa em pelo menos um dos seguintes casos:

  1. ( ) Odeia a profissão para a qual se formou.
  2. ( ) Gosta da profissão, mas não se acha bom o bastante para concorrer com os demais profissionais da área.
  3. ( ) Ama a profissão, deixa currículos todos os dias, mas sempre é eliminado na entrevista e/ou nos testes.
  4. (X) Todas as anteriores. Não, não é contradição amar e odiar a própria profissão, pelo menos não quando se é um jornalista.

Independente de qual seja a resposta, todas elas são constrangedoras. Então, para quê perguntar? A minha teoria é que uma mulher sempre quer torturar as outras, por isso as psicólogas fazem essa pergunta, enquanto os psicólogos, mais sensíveis e gentis, pulam essa parte frustrante e muitas vezes até consigo o bendito emprego.

O que deveria interessar seria a minha competência para a função à qual fui chamada. Nesse caso, experiência eu tenho.

#prontofalei

Foto de Paulo surrupiada deste blog.

Um comentário:

  1. Eu refuto a teoria de que as psicólogAs são assim porque uma mulher gosta de torturar as outras. Isso não explicaria por que elas gostam de ME torturar!

    Aproveito seu post para um desabafo: morte às psicólogas sem noção! haha! Sério, tenho um trauma só: psicólogas. De insensibilidade à falta de tato, passando por falta de ética profissional, já encontrei de tudo. E por fim tive uma namorada que fez duas matérias de psicologia em faculdade de outra área, e se achava psicóloga. E vinha fazer as análises mais absurdas. Aff, eu mereço.

    Já disse que eu odeio psicólogas? (E uma grande amiga é psicóloga. Ao menos uma pra quem eu posso reclamar haha!)

    Pronto. Desabafo feito ;-)

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