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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

E quando o cérebro está superlotado…

Agenda cheia

Sou quase sempre metódica e sistemática. Com exceção daquilo que não faço de jeito nenhum (como exercícios físicos, limpeza doméstica e cuidados de beleza), na maioria dos aspectos da vida sou toda “certinha” e confesso que sinto prazer em cumprir com precisão a minha rotina.

A vantagem de agir de forma previsível é que meu organismo também reage assim. Dessa forma, tenho facilidade para identificar qualquer sintoma diferente que indique que meu corpo está sofrendo alguma falta ou um excesso.

Esta semana sofro com uma “dorzinha de cabeça” daquelas que mais incomodam do que doem. Muitas outras pessoas encarariam com naturalidade, como se sentir dor fosse algo normal. Para mim é o sinal de que preciso mudar algumas coisas. Pela localização da dor sei que a causa é o excesso de preocupação e de obrigações.

Nota de 100

Família, contas a pagar, contas a receber, TCC, curso preparatório, concursos federais, RBC, jornalismo, blogs, perfumes, comprar máquina de lavar, procurar outro apartamento para alugar, Igreja, ensaio de cânticos, matrícula no curso de italiano, matrícula no curso de Libras, marcar dermatologista, marcar neurologista, planejar as férias…

Tem alguma coisa sobrando nesse bolo. Se você me perguntar do que eu desejo abrir mão, minha é resposta é “de nada”. Se você me perguntar do que eu preciso abrir mão, minha resposta é “não sei”. Se não fosse a cefaleia, eu julgaria minha rotina atual como perfeita, sem nenhum exagero. Ao contrário de muitos outros momentos da minha vida, quase tudo o que ando fazendo ultimamente eu faço por prazer.

Porém, tenho amor à minha saúde física e mental e não vou fugir das evidências. Preciso redefinir ainda este mês quais são as minhas prioridades e o que devo deixar de lado. Não quero que 2011 seja registrado em minha biografia como “o ano em que surtei”.

Até mais!

Imagens: Bom Dia Mato Grosso e Banco Central

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