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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Será?

Paisagem
Será que ele vai lá?
Até que horário ele vai ficar?
Ele vai me olhar?
Se eu me atrasar, ele vai notar?
Se eu não for, ele vai perguntar?
Se eu me calar, ele vai se dispersar?
Se eu falar, ele vai se irritar?
Se eu sorrir, ele vai me admirar?
Se eu chorar, ele vai me consolar?
Se eu o abraçar, ele vai me apertar?
Se eu o beijar, ele vai se excitar?

E se ele não for lá?
E se ele não ficar?
E se ele não me olhar?
E se meu atraso ele não notar?
E se minha ausência ele não questionar?
E se meu silêncio o dispersar?
E se minha voz o irritar?
E se meu sorriso ele não admirar?
E se meu choro ele não consolar?
E se meu abraço ele repulsar?
E se meu beijo o fizer vomitar?

Eu vou lá.
Torcer para ele ficar.
Me maquiar para ele olhar.
Me atrasar para ele notar.
Não vou faltar.
Muito menos me calar.
Vou falar suavemente para o agradar.
Sorrir sinceramente para ele admirar.
Pretendo não chorar.
Com vontade vou abraçar.
Se ele me empurar, eu beijo, só para pirraçar.
Se ele vomitar, saio correndo para não ter que limpar.
Em outro canto vou chorar.
Outro vai aparecer para me consolar.

Este humilde e horrível poema é só para anunciar que estou apaixonada pela pessoa errada pela 15ª vez. Lembrando que nessa conta estão apenas aqueles dos quais ainda sei o primeiro nome.

Segue também uma música que fala um pouco sobre como me sinto a respeito de tudo o que sinto. Ou seja, não é uma canção sobre minha atual paixão, mas sim sobre meu histórico de paixões:

Beijo! Não me ligue, peça para ele me ligar.

Imagem: WinExperience

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