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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Digo não aos perfumecos

Algumas vezes, tentando economizar ou diversificar, comprei perfumes dos quais eu gostava um pouco, mas não muito. Quando eu só tinha dinheiro para eles mesmo, acabava me satisfazendo e usando até o fim.

Mas de 2010 para cá, de um jeito ou de outro, eu passei a comprar também fragrâncias que adoro, caras ou não. Tendo perfumes que amo, é claro que sequer perdia tempo borrifando os "perfumecos". Só olhava para cada um deles e me perguntava: "Por que foi que comprei isso?"

Como ter e usar perfumes 100% agradáveis é importante para meu bem-estar (óia, óia, óia, cada um com sua nóia), melhor não gastar tempo nem dinheiro com fragrâncias que me incomodam em algum momento da evolução. E olhando para os perfumes que tenho agora, notei que recentemente cometi o mesmo erro, mesmo já tendo melhorado muito nesse aspecto.

Podendo optar entre perfumes tão diferentes e amados como Fleurs de Cerisier (L'Occitane), Midnight Fantasy (Britney Spears by Jequiti), Amó Chamego (Natura) e Truth or Dare (Madonna by Jequiti) - só para citar quatro exemplos, por que eu escolheria sair de casa com um "perfumeco"? Não escolheria. Não escolho. Perfumeco, suma do meu armário!

Graças ao prejuízo causado, tenho refletido sobre esse assunto há algum tempo. Mas como este ano eu tenho um esquema rígido para a compra de perfumes, fica mais difícil cair em tentação e assim fazer a escolha certa.

Com os R$ 100 do primeiro trimestre, por exemplo, eu poderia comprar dois ou mais perfumecos, mas deleto essa possibilidade. Bem melhor comprar um ótimo perfume de marca nacional ou ainda economizar para, no trimestre seguinte, investir em um excelente perfume importado, mesmo que eu não consiga o frasco maior. Felizmente os perfumes que estão na minha lista de desejos atualmente (Happy da Clinique e Noa da Cacharel) podem ser adquiridos por esse valor em algumas lojas.

O que é perfumeco?

Acho que já deu para entender, mas quando uso a palavra perfumeco estou me referindo única e exclusivamente ao gosto pessoal, não tem a ver com preço, marca, fama, status, crítica, nada disso. São perfumes que a gente usa sem gostar de verdade, ou então gosta apenas de algumas fases e se irrita com outras, por isso o que é perfumeco pra mim pode não ser pra você e vice-versa.

Mas os perfumecos que cometemos o erro de comprar geralmente são baratos: se o cheiro não nos fascina, somos seduzidos justamente pelo preço baixo. As fragrâncias Gucci, Prada e Bvlgari, por exemplo, são perfumecos pra mim, mas é claro que não vou gastar metade do meu salário líquido com o frasco regular de uma dessas fragrâncias. Soy loca, pero no mucho.

E você? Já disse não aos perfumecos ou ainda sente necessidade de tê-los por algum motivo?

Bom cheiro!

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