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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Natação, bicicleta, WhatsApp e haitianos

Tô pilhada escrevendo sobre perfumes porque descobri muitas fragrâncias nos últimos meses e estou com várias "na fila" para resenhar, mas hoje vou abrir uma brecha para contar coisas mais triviais para motivar e inspirar alguns, satisfazer a curiosidade de outros.

✧ Atividades físicas

Depois de anos e anos sonhando com isso, finalmente voltei para a natação e estou muito feliz. Faço de 2ª a 6ª feira em uma academia daqui do meu bairro. Não me matriculei antes porque achava, e ainda acho, caro. Depois que me organizei e tomei coragem de pagar, percebi que fazia tempo que não investia tão bem meu dinheiro.

E continuo pedalando para ir ao trabalho, à academia, à casa da minha mãe. Ainda são trajetos bem curtos aqui na região Sudeste mesmo. Com a natação, que ajuda a relaxar os músculos das pedaladas, e o início do tempo úmido e ameno, sinto que vou conseguir chegar mais longe e até subir as ladeiras que existem entre minha casa e o Centro Cultural Oscar Niemeyer, entre minha casa e o shopping Flamboyant. Depois tento lugares mais distantes, como Universitário, Marista, Setor Central.

Meu objetivo é conseguir ir ao máximo de lugares de bicicleta e voltar a frequentar atividades à noite porque minha preguiça de esperar ônibus e táxi tem sido muito maior do que minha vontade de ir aos espetáculos e eventos. E aquele "nojinho" que quase todo mundo tem de chegar aos lugares suado eu já superei faz tempo. Até hoje não passei por nenhuma situação que toalha, camiseta extra e nécessaire não tenham resolvido.

E outra coisa que quero citar é que estou muito feliz com meu corpo. Pernas grossas e durinhas estão entre os muitos benefícios do ciclismo. Como de vez em quando eu pedalo em pé, braços estão em forma também. Nunca fiquei tão feliz com meu próprio corpo como agora. E sei que ainda vai melhorar muito.

✧ WhatsApp

Aproveito o ensejo para divulgar um balanço de um mês de participação em grupos do WhatsApp, já fiz saída dramática em três grupos nos quais entrei:

  • em um grupo de fãs de um determinado podcast, fui "do contra" quando alguém desabafou sobre uma festa que terminou antes da hora porque vizinhos "elitistas" reclamaram de som alto. Amante do silêncio que sou, é claro que fiquei do lado dos vizinhos que reclamaram do som alto. Logo depois deixei o grupo.
  • em um grupo de candidatos de um determinado concurso público, reclamei de um membro que postava mensagens cristãs citando Deus. Sugeri que as mensagens do grupo fossem laicas e focadas nos estudos. Logo depois deixei o grupo.
  • em um grupo com muitas primas pobres de direita, meus olhos sangravam todo dia com mensagens religiosas hipócritas, apologia sincera ao alcoolismo, xingamentos gratuitos à presidente da república e também correntes com falsas informações. Um dia mandaram uma mensagem distorcendo totalmente o sentido de socialismo, não aguentei ler tanta asneira e tive que responder. Causei uma miniguerra familiar - sendo que eu estava sozinha de um dos lados - e logo depois deixei o grupo.

Como notaram, eu gosto de causar antes de sair dos grupos, serve para eu desabafar e também para que ninguém tenha dúvida do motivo que me tirou do grupo, assim ninguém pergunta, assim ninguém tenta me adicionar de novo.

Ainda estou em um grupo familiar, mas esse é mais íntimo, acho que vou conseguir aguentar mais tempo.

E estou suportando o grupo do telejornal, no qual não leio nem 1/3 das mensagens porque tem coisa demais, mas pelo menos é um grupo focado no trabalho.

✧ Trabalho voluntário

Há poucos dias, comecei a ensinar português para haitianos, de forma presencial, e já está sendo maravilhoso. Aprendo muito com eles. Está sendo uma ótima troca. Foi outra ótima decisão que tomei este mês, além de voltar para a natação.


Acho que era isso que eu estava com vontade de contar. Em breve voltamos à programação normal com resenhas, tutoriais e dicas.

Até mais!

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