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segunda-feira, 17 de março de 2014

Ler livros no tablet: primeiras impressões

O principal motivo para eu ter decidido comprar um tablet foi justamente a leitura, seja para estudos ou lazer. Já terminei alguns livros curtos, avancei bastante em alguns livros longos e até aqui o investimento valeu a pena.

Sempre detestei ler livros e trabalhos com mais de três páginas em computador (desktop, notebook ou netbook), apesar de já ter lido vários por necessidade ou interesse no conteúdo. Por isso deixo bem claro que ler no tablet é totalmente diferente. O formato retangular que cabe na palma da mão nos permite dar continuidade à leitura nas mais variadas posições, tal como se fosse um livro. Em nada se compara ao tédio de ler um texto longo sentado na frente de uma tela em posição fixa.

Estou experimentando vários leitores (apps) ao mesmo tempo e eles oferecem diversas opções de personalização para deixar a leitura ainda mais confortável, de acordo com sua preferência. Eu, por exemplo, gosto de páginas em tons de sépia, texto justificado e marrom escuro, fonte sem serifa. Também configuro o leitor para manter o texto na vertical, assim, mesmo que eu leia deitada de lado, a página se mantém nessa posição.

Existem muitos e-books gratuitos disponíveis em português, didáticos e não-didáticos, mas se você lê em inglês o número de opções aumenta centenas de vezes.

O preço dos best-sellers ainda não está muito convidativo. O livro A culpa é das estrelas, por exemplo, custa na Play Store apenas R$ 0,08 a menos do que o livro físico na revista da Avon, ambos em promoção:

Google Play Store
Revista Avon
Site Submarino

Para Android, há várias opções de apps gratuitas como Aldiko, Google Play Books (Google Play Livros), Kindle, Wattpad, cada uma delas com um amplo diretório de opções de e-books pagos e também gratuitos.

Sei que muita gente ainda tem essa visão fatalista, mas o e-book não veio para substituir nada, só acrescenta. Aliás, em um futuro não muito distante, as crianças vão chamar o livro impresso de "livro mágico que não precisa recarregar a bateria".

Quando viajo para Brasília, por exemplo, e passo três horas e meia dentro de um ônibus que não tem tomada, qual você acha que é a minha opção?

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Até mais!

Foto: Foodies 100.

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